Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Pesadelo...

 

Gostava de voltar a ter alguém a quem me abraçar depois de acordar de um pesadelo para conseguir voltar a adormecer com um sorriso nos lábios...

Publicado por Maria Valente às 02:51
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Sábado, 9 de Janeiro de 2010

Adeus...

 

Excluí-o de todas as minhas redes sociais na esperança de que assim também desapareça do meu coração...

Publicado por Maria Valente às 17:13
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Vestígios...

 

As manchas de sangue desenhadas na parede
que outrora significaram tudo
agora não passam de meras recordações
de um passado recente que ainda dói...
Mas apagá-las seria forçar o esquecimento
que nem espontaneamente desejo que surja...

 

Publicado por Maria Valente às 01:03
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Agora já não, mas...

 

Quando me disseste que gostavas de mim, por momentos, eu acreditei...

Publicado por Maria Valente às 17:36
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Sábado, 31 de Outubro de 2009

Traição...

 

Serão as traições perdoáveis?

E como se consegue confiar novamente nessa pessoa?

Publicado por Maria Valente às 13:27
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Elevador...

 

*tirando as teias de aranha*

 

No outro dia aconteceu-me algo... completamente inesperado. Eu vivo numa residência académica mista que possui o melhor café que já bebi numa máquina situada na entrada. Depois do jantar e antes de retomar o estudo, eu e a M. fomos até à entrada beber café. Quando nos dirigimos ao elevador para voltarmos para os quartos encontramos um rapaz, cabelo louro, olhos claros e uns abdominais bem definidos. Tinha vestido apenas uns calções pretos, o cabelo, que estava subtilmente despenteado, escorria água e pelo seu corpo prevaleciam pequenas gotas de água perfeitamente distribuídas. Quando nos viu pediu-nos imensa desculpa e disse em inglês que enquanto estava a tomar banho alguém entrou no seu quarto e levou-lhe a roupa toda. E pediu novamente desculpas por estar assim. Apanhamos o elevador e subimos todos até ao quarto piso. Não sei o que se passou comigo mas estava a ser extremamente difícil desviar o meu olhar dos seus abdominais perfeitos. Foi um momento intenso com um daqueles silêncios muito incomodativos. Já no quarto da M. eu só disse: Não sei quem é que lhe roubou a roupa mas que incompetente. Esqueceu-se de levar também aqueles calções!

Publicado por Maria Valente às 14:52
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